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Luigi Colani dá workshop e palestra em São Paulo

Luigi Colani, designer suíço-alemão, engenheiro aerodinâmico de 84 anos esteve em São Paulo e realizou workshop no dia 20 de Setembro e palestra no dia 21 na EPA – Panamericana Escola de Arte e Design na sua unidade no Itaim Bibi.

Extraordinário artista da forma, Colani é considerado como o criador do BioDesign, que ele chama de “Dio”Design, já que acredita que o todas as melhores formas já foram criadas por Deus e estão na natureza.

Suas criações têm uma plasticidade incrível e seu traço é inconfundível.

Com uma personalidade forte e uma vitalidade inspiradora, Colani apresentou diversas das suas criações e respondeu às diversas perguntas de uma audiência atenta que lotava o Auditoria da EPA.

O evento realizado pela ABC Design e com patrocínio da EPA, recebeu o apoio da ADP.

Na ocasião Colani foi homenageado pela ADP pela sua inestimável contribuição para o Design de Produto.

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SEBRAE credencia profissionais para consultoria

Por Marcelo Araújo

Brasília – Até segunda-feira (17), podem ser feitas inscrições para pessoas jurídicas e profissionais autônomos participarem do processo de credenciamento de Prestadores de Serviços de Instrutoria e Consultoria do Sebrae Nacional.

O Sistema de Gestão de Credenciados (SGC) do Sebrae Nacional permite que os interessados se inscrevam para o processo seletivo quando quiserem. Porém, as demais etapas obedecem a datas determinadas. Nos dias 16 e 17 de outubro, os candidatos farão as provas de conhecimento. Em seguida, em 18 e 19 do mesmo mês, acontece a prova de habilidade. Todas essas avaliações ocorrem apenas em Brasília.

Há 15 áreas de conhecimentos e inúmeras subáreas para as quais os consultores e instrutores podem buscar credenciamento na modalidade pessoa jurídica. No entanto, para a modalidade profissional autônomo apenas algumas subáreas das áreas Marketing e Vendas; Comércio Exterior; Agronegócios; Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas estão disponíveis.

Há limite de três áreas para inscrição. Não há limite para subáreas. As provas de conhecimento são elaboradas a partir da opção pelas áreas e subáreas. Já as provas de habilidades avaliam o desempenho do profissional por meio da apresentação de um estudo de caso a uma banca formada por profissionais da entidade contratada para o certame e por especialistas do Sebrae Nacional. A previsão é de que o resultado desta seleção seja divulgado até o mês de outubro.

Interessados no próximo processo podem se inscrever até 10 de outubro.

Mais informações podem ser obtidas nos links http://fapetec.org/sebrae/br/ <http://fapetec.org/sebrae/br/>  e www.sebrae.com.br/sgc <http://www.sebrae.com.br/sgc>

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Últimos dias para inscrição no iF Design Awards

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Freddy van Camp, Coordenador da ADP no Rio de Janeiro fala à Rede Design Brasil! Confira a entrevista.

Freddy Van Camp fala sobre sua carreira e o design no Brasil

Para designer, os profissionais brasileiros poderiam ser muito mais utilizados pela indústria nacional

Fazer uma lista com todas as contribuições de Freddy Van Camp para o design brasileiro é um desafio. Sócio-fundador do escritório Van Camp Design e professor da ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial), o designer acumula prêmios e está prestes a passar seu cargo de representante do design junto ao Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura a um novo candidato, que será decidido ainda este ano. Edita também o boletim Sinal, da ESDI, que já acumula cerca de sete mil assinantes. Em entrevista ao Design Brasil, Freddy Van Camp fala sobre sua carreira, o espaço cedido ao design pelo governo e o que pensa sobre o design no Brasil.

 

O senhor está prestes a deixar o seu cargo de representante do design junto ao CNPC para dar vez a um novo candidato. Em sua opinião, qual a importância de um novo representante junto ao MinC?

É fundamental para nossa área. É um espaço que não existia, e foi concedido em função do interesse do MinC em ter o design sob sua tutela. Ainda não somos vistos como área de inovação, e isso vai trazer emprego, reconhecimento. Na época em que fui eleito como o primeiro representante, eu ainda não possuía um colegiado que me apoiasse. E eu estava empenhado em reverter esse quadro.

O design no Brasil já chegou a um ponto em que pode ser incorporado junto ao Ministério da Cultura?

Acredito que sim. Quando Gilberto Gil foi ministro da Cultura, houve uma grande mudança no MinC, e a economia criativa passou a ser valorizada. E isso foi muito positivo, já que sempre houve a ideia errada de que a música, cinema e afins fossem apenas entretenimento. Cultura, antes disso, ainda não era encarada – pelo menos seriamente – como auxílio à educação. E agora já é política pública. E isso tanto é verdade que qualquer município pode incentivar o design. Se uma cidade pequena tiver um folclore ou gastronomia fortes, o incentivo ao design pode ajudar a divulgar esses valores culturais. E isso já dá a dimensão do espaço político que conquistamos. O que os políticos dessas cidades podem e devem fazer é buscar informação sobre isso.

O senhor é coordenador do boletim Sinal. Qual a proposta desse boletim? Como foi formada a equipe que colabora com ele?

Já o editamos há 10 anos, e a ideia inicial era que ele circulasse dentro da escola, para atingir alunos e ex-alunos. Depois nós o ampliamos para dar dicas a alunos que tivessem interesse em entrar na ESDI. É um boletim simples, mas que já tem cerca de sete mil assinantes, e divulga informações importantes. Somos, inclusive, referência na área pelos assuntos que abordamos. Ele teve início como ideia de um professor, que hoje já está aposentado. Depois, agregaram-se mais professores e alguns estagiários, e a equipe é renovada com o passar desses estagiários.

Como o senhor avalia o mercado do design brasileiro hoje em dia?

O mercado cresce, mas poderia ter crescido mais. Temos um mercado interno forte. Com a nova classe média, o poder de compra gera e gira a economia. O Brasil inova muito em produtos, mas, por outro lado, os designers brasileiros poderiam ser muito mais utilizados pela nossa indústria. Prova da qualidade de nossos profissionais é que todas as multinacionais no Brasil utilizam designers brasileiros, como a Volkswagen, que até mesmo exporta designs criados por aqui. A GM é outro exemplo de multinacional que exporta modelos desenhados no Brasil.

Em sua opinião, o brasileiro já possui a cultura do design?

Em parte sim, mas ainda deixa muito a desejar. As pessoas notam o design sendo utilizado na mídia, nas aberturas das novelas, e também ficam sabendo de eventos de design de interiores. Há vários aspectos em que já se fala disso, e é claro que o assunto é mais comum em cidades cosmopolitas. Há design até mesmo em prateleiras de supermercados, e embora nem todas as pessoas já tenham consciência disso, é certo que o design é um fator decisivo na hora da escolha dos produtos. O conhecimento público do que fazemos é muito confundido, muitos acham que somos artistas. Mas o que as pessoas precisam saber é que o produto faz parte da nossa cultura. Quando estudamos sobre nossos ancestrais da era mesozoica, estudamos seus objetos, utensílios e armas. Produtos são importantes.

Em seu escritório, já vivenciou algum caso em que um case seu como designer trouxe um impacto muito forte para a empresa que o contratou?

Trabalhei com muitos clientes, embora não tanto quanto eu gostaria. Por 14 anos eu atendi a ML Magalhães, e fiz tudo por essa empresa no que diz respeito à design. Ganhamos prêmios, inclusive, e a ela foi a primeira empresa brasileira a ser admitida no ICSID – International Council of Societies of Industrial Design (Conselho Internacional das Sociedades de Design Industrial). Há um produto criado por nós (Van Camp Design) que completou 20 anos em 2011, a Cadeira Delta. Mesmo após tanto tempo, esse produto continua tendo boas vendas – não tão boas quanto na época de seu lançamento, mas o suficiente para que a empresa ainda o mantenha no mercado. E este é um feito que acho que dificilmente repetirei.

 

O Design é um curso muito procurado atualmente entre jovens estudantes. Que conselhos o senhor poderia dar a um jovem que pretende seguir a carreira de designer?

É difícil. Não sei se eu daria conselhos em relação a isso, pois já há designers demais, o mercado está saturado. Mas se persistir na ideia, acho que é essencial que a pessoa se identifique com a área. E que pense em criar produtos não apenas para obter um retorno financeiro, pois o Brasil precisa de um bom design para a sociedade, a indústria e o desenvolvimento do país.

Texto e entrevista por Julliana Bauer – Rede Design Brasil

 

 

 

 

 

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Dia 21 de Setembro o Evento ABC|X 2012 na Panamericana

A ABC|X 2012 traz dois palestrantes de peso!

Luigi Colani, considerado um dos designers experimentais mais influentes do século XX, vem para inspirar criatividade com sua coleção de mais de 6.000 obras.

E Ellen Lupton, designer, curadora e escritora, famosa por seus livros na área gráfica, ensina como executar uma boa ideia e torná-la útil para o mundo prático.

Inscreva-se em: http://abcdesign.com.br/eventoabcx/inscrevase/

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Dia 20 de Setembro o Sebrae-MG convida você para a Cerimônia de premiação do 3º Prêmio Sebrae Minas Design

O Sebrae-MG convida você para a cerimônia de premiação do 3º Prêmio Sebrae Minas Design, no dia 20/09 às 19h30 no Palácio das Artes.

E o talento brasileiro será o grande homenageado da noite. Além de conhecer os vencedores desta edição do prêmio, teremos a palestra “Empreendendo e posicionando o ‘Made in Brasil’ no mercado mundial”, com a ilustre Angela Hirata.

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